MEU NOME TAMBÉM É VERMELHO, 2009
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Elida Tessler Elida Tessler Elida Tessler Elida Tessler Elida Tessler Elida Tessler Elida Tessler Elida Tessler Elida Tessler Elida Tessler

Trabalho apresentado na exposição coletiva Nuevas Miradas: 14 artistas brasileños contemporâneos. Galeria Fernando Pradilla.
O ponto de partida deste trabalho é o romance de Orham Pamuk, escritor turco, que coloca em cena um atelier de caligrafia e iluminuras do século XVI, momento em que a invenção da perspectiva na Itália abala todas as concepções islâmicas acerca de um ponto de vista único. São feitas intervenções sobre o livro, com tinta para caligrafia vermelha e cálamo de vidro italiano, barrando com um traço letra a letra todas as palavras, salvo aquelas que designam “coisas vermelhas”. Estas palavras são anotadas com tinta vermelha em um caderno, fotografadas e apresentadas em porta-retratos com molduras vermelhas. Faz parte da instalação uma pequena vitrine com o cálamo, o tinteiro para tinta de caligrafia e os vidrinhos de tinta vermelha utilizados para a confecção do trabalho.

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